Facebook, Google e outras empresas de tecnologia pedem aos legisladores que reformem a lei de vigilância da NSA

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Em uma carta enviada hoje aos legisladores da Câmara, as principais empresas de tecnologia pediram reformas para uma autoridade legal subjacente aos polêmicos programas da Agência de Segurança Nacional.

A SEÇÃO 702 ESTÁ AJUSTADA PARA EXPIRAÇÃO NO FINAL DO ANO

A Seção 702 da Lei das Alterações da FISA, que deverá expirar no final deste ano, é a base legal para os programas de NSA que varrem amplamente as comunicações eletrônicas. Os programas destinam-se a cidadãos não-americanos no exterior, embora os críticos tenham há muito tempo que os americanos estão desnecessariamente apanhados na net. A Seção 702 é usada para autorizar o controverso programa PRISM, que a NSA usa para coletar informações de empresas de tecnologia.

A carta, assinada por empresas, incluindo Amazon, Facebook, Google, Twitter e Uber, solicita que os legisladores considerem as mudanças antes de redirecionar 702, como aumentar a transparência e a supervisão, bem como reduzir a quantidade de informações coletadas em tais programas. As empresas também pediram mais margem de manobra para divulgar demandas de segurança nacional.

No mês passado, a NSA disse que interromperia 702 coleções que simplesmente mencionam alvos de inteligência estrangeiros, um processo que tem sido objeto de grandes críticas. A carta também solicita que essas alterações ao processo sejam codificadas por lei.

As empresas escrevem que a carta significa “expressar nosso apoio às reformas da Seção 702 que manteriam sua utilidade para a comunidade de inteligência dos EUA, ao mesmo tempo que aumentavam as proteções e a transparência da proteção do programa”.

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