Dia Da Consciência Negra: A Data Oficial Do Racismo Instituído Pela Esquerda

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Ontem foi dia da Consciência Negra 20/11/17

O chamado dia da consciência negra foi instituído no início da era petista e veio no encalço do esforço da esquerda brasileira, como faz a esquerda no resto do mundo ocidental, para acentuar e aprofundar as diferenças étnicas existentes na sociedade brasileira, com o objetivo de transformar essas diferenças em conflitos reais ou imaginários. A prática insere-se na estratégia mais geral da esquerda de sempre promover divisões e acirrar tensões na sociedade, como meio de fazer avançar sua agenda ideológica.

A esquerda escolheu um personagem histórico, Zumbi dos Palmares, que nunca foi escravo e que era na verdade um escravocrata, para transformar esse personagem no suposto símbolo ou representante da população negra brasileira. A escolha desse personagem representa uma falsificação e um deturpação da história, prática usual de todas as correntes de esquerda no mundo todo, que não se furtam em reescrever o passado para fazer valer suas teses ideológicas no presente.

Nada pode ser mais distante da brasilidade do que um personagem como Zumbi dos Palmares, que em nada contribuiu para a formação da sociedade brasileira, e muito menos para a superação da herança vergonhosa da escravidão. Zumbi dos Palmares é um nada perto de pessoas como Nilo Peçanha, Machado de Assis, Lima Barreto, Cruz e Sousa e tantos outros negros de talento político e artístico e cujos nomes a esquerda procura sempre apagar da história nacional, com a intenção deliberada de manter o estereótipo segundo o qual o único papel que a população negra desempenhou na história brasileira foi a de vítima.

A história brasileira é sem dúvida uma história, também, de vítimas: vítimas negras, brancas, pardas, mulatas, mestiças e toda a imensa maioria da população pobre que, ao longo dos séculos, ficou à margem dos centros de decisão política, à margem do acesso à cultura e à educação, enquanto o estado brasileiro, especialmente após o golpe de estado de 1889, foi sendo paulatinamente tomado por um estamento burocrático que dele apossou-se para seu interesse próprio, conforme descrito por Raymundo Faoro. Um estamento que persiste até hoje, e que foi aprofundado pela própria esquerda que passou a controlá-lo e dele beneficiar-se desde o final do regime militar.

A ideia da existência de uma suposta consciência negra não passa de uma construção discursiva de viés racista por parte da esquerda. Trata-se do mesmo racismo que a esquerda emprega para negar o fato histórico e sociológico mais importante da formação da sociedade brasileira, que é justamente a miscigenação. A miscigenação que até mesmo um sociólogo de esquerda como Darcy Ribeiro reconheceu em suas obras, mas que a esquerda contemporânea precisa negar que existiu e que existe, por meio da decretação da não-existência de pessoas pardas ou morenas que formam a maioria da população brasileira.

É por meio de estereótipos vitimistas, falsificações históricas como a falácia da relevância histórica de Zumbi dos Palmares, construções discursivas racistas e a negação da realidade da miscigenação que esquerda consegue impor suas políticas racistas e segregacionistas como as cotas raciais. É por meio desses expedientes que a esquerda tenta de todas formas promover ou acentuar conflitos raciais na sociedade brasileira, da mesma forma como tentam organizações racistas e criminosas como a Black Life Matters dos Estados Unidos, criada pela Partido Democrata de Obama e Hillary.

O discurso racista e vitimista da esquerda não encontra eco junto à maioria da população brasileira, exceto na elite de esquerda do meio acadêmico e da grande imprensa. A prova disso é que muitas cidades não adotaram esse feriado. Esperamos que no curto prazo, após uma esperada renovação do Congresso Nacional no ano que vem, esse feriado do dia de uma suposta consciência negra seja abolido, pois ele é um insulto a todos os brasileiros, não importa de que cor seja a sua pele.

Fonte: Critica Nacional

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